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12.02

Sempre fui do tipo bagunceira com o meu dinheiro. Quando ainda morava com os meus pais, ganhava uma mesada e era apenas com isso que tinha que lidar. Hoje, tenho que escrever na agenda o dia do aluguel, da luz, condomínio… Tenho que pagar a fatura do cartão de crédito, a ração dos meus gatos, a conta cara do supermercado e da farmácia. E esses são apenas alguns exemplos.

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Na semana passada, fui a Campinas e conheci a sede da Você 2.0. Bati um papo com o André Novaes, criador do curso, e já voltei para casa querendo começar logo a primeira fase do programa, que completei em uma semana.

O QUE É?

O curso é online e tem 5 narrativas. Eu estou na primeira e entendi o Você 2.0 como um projeto de vida em um contexto que o dinheiro faz parte. Não estou aprendendo só a reorganizar as minhas finanças, mas principalmente a descobrir o meu propósito de vida, onde estou e para onde eu quero ir (profissionalmente, na vida pessoal, em tudo). Percebi várias atitudes que tenho no meu orçamento, que LITERALMENTE, não estão boas.

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Nessa primeira semana, aprendi que para mudar a minha vida para melhor, antes de tudo, eu preciso mudar as minhas prioridades. Enquanto assisto os vídeos da primeira fase, vou preenchendo junto com o André o meu LifeBook. Colocar no papel faz a gente ter consciencia de PORQUE a gente faz o que a gente faz (e que muitas vezes não é o melhor caminho) sabe? Gostei muito de poder escrever, enquanto assisto as aulas.

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DIFERENCIAL SEM CLICHÊ: O curso é online, mas olha só que bacana, os alunos têm acesso a 1 hangout quinzenal exclusivo com um Planejador. Assim, daqui a uma semana vou conversar com alguém e tirar todas as minhas dúvidas. Eu sou daquele tipo de pessoa que sente falta de um contato mais direto, sabe? O hangout vai ser perfeito para isso, já que estou cheia de perguntas. Ter uma visão clara do seu próprio orçamento não é fácil, viu?

Vou começar a segunda fase, que é chamada de Narrativa 2, e volto na semana que vem contando mais sobre o meu progresso no curso.

Para quem se interessou, no SITE DA VOCÊ 2.0 você pode ler o manifesto e começar o curso. Obrigada, Você 2.0 pelo desafio gostoso de fazer. :)

escreva perfeito

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Tenho recebido mensagens de pessoas que querem ver os budinhas de perto para escolher a cor e poder namorar tooodas as opções de peças. Então se segura que a hora chegou: esse SÁBADO, dia 17 de setembro!

Vou participar da segunda edição do Barzar (Bar + Bazar), no 815 Botequim, lá no Santa Tereza.

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Todas essas cores estarão disponíveis, tá? E MUITO MAIS! yay!

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Espero vocês por lá! 😉

SERVIÇO

Onde? 815 Botequim, Rua Mármore, 383, Santa Tereza (ao lado do Bolão)

Quando? Dia 17 de setembro, sábado, das 11h às 16h
Pagamento em dinheiro ou cartão de débito

Entrada: um quilo de alimento não perecível para doação

escreva perfeito

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Entrei na casa da minha avó e tive vontade de chorar. Dessa vez ela não abriu a porta como habitualmente faz e pediu que Maria, sua dama de companhia, fosse me atender. Do canto da sala, sentada no sofá ela se embananava em meio à pedaços de lã e pedia perdão por não ter levantado e me recebido. “É que eu estava no último pontinho. Veja você, Marcellinha, estou fazendo uma manta para o bisneto”. Não era TPM nem nada. Nesse momento, pedi licença e fui ao banheiro. Desabei.
Sempre soube que o – tão esperado – bisneto não viria de mim. Devido à grande diferença de idade entre eu e meus três primos, se criasse barriga antes de qualquer um deles, seria um baita susto. Sempre fui a “Marcellinha”, netinha, caçulinha, mesmo depois de ter saído de casa. Mesmo fora de mira e longe de qualquer pressão de casamento e gravidez, fui eu a grande confidente de vovó, que sempre que reclamava: Ah, não. Será que não sai bisneto nessa família? Que demora! Ouvi isso por alguns anos.
Poucos sabem, e também não saio por aí contando tamanha intimidade, mas minha avó paterna é a minha grande paixão. Se eu acreditasse em almas gêmeas, diria que ela foi a minha em vidas passadas. O “S” que tenho tatuado no punho, que muita gente pergunta achando que é homenagem a algum namorado, é dela. Fiz enquanto ela passava umas temporadas no exterior, na casa da minha tia. Vovó é de 1920 e pouco sabe – e importa – sobre tatuagens. Acho mesmo que a enorme que tenho nas costas, ela ainda acredite que desapareça depois de uns banhos. Quando voltou de viagem e mostrei a ela a inicial do seu nome no meu punho, se emocionou. Continuou não entendendo bulhufas de tribais, maoris e borboletas que carrego no corpo, mas certa vez que a acompanhei em um lanche do seu grupo de amigas, abaixou a manga da minha blusa e disse: Está, vendo, Rosa? Fez pra mim!
Dona Sara criou três filhos, casou uma vez na vida, perdeu o marido, mandou duas filhas para Israel, se sustentou com o que pôde e não pôde, casou uma, casou e descasou dois, teve quatro netos – um em cada canto do mundo – e há 60 anos prepara os almoços de sábado religiosamente sem repetir cardápio. Nos seus últimos feitos, aprendeu a conversar com a filha do Canadá pelo Skype. Mesmo que para isso, eu e meu pai – os únicos que moram na mesma cidade que ela – recebemos algumas ligações aflitas no meio da semana, de Dona Sara reclamando que “essa internet está devagar demais,vocês precisam aqui ver isso logo, tá aparecendo umas mensagens estranhas na tela! Fiz caldo de galinha, se quiserem vir tomar. É bom que dão uma olhadinha no meu laptoy (laptop)”.O motivo real do meu choro eu ainda não sei explicar. Sem dúvidas, foi um choro bom e de emoção. Me bate sempre uma grande interrogação do que vem depois. De como seria possível respirar feliz não sentindo aquele cheiro de perfume doce que gruda no meu pescoço por horas. De como o mundo fica mais bonito e sincero com ela fazendo parte dele. Desde que nasci, Dona Sara é o meu herói.

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