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17
jun
2015
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Tudo começa no castelinho de areia. Eles se juntam em bando:

– E aí, quer brincar comigo?

– Quero. Qual seu nome?

– João, e o seu?

– Pedro Henrique.

E juntos, carregando cumplicidade ingênua nas areias de qualquer praia, enquanto seus pais bebem cerveja no quiosque, constroem castelos de areia em silêncio.
Pouco depois, aparece Maria:

– Oi, o quê vocês estão fazendo?

– Castelos. Quer brincar também?

– Quero. Qual seu nome?

– João, o dele é Pedro, e o seu?

– Maria.

– Já estamos no meio da construção do primeiro. Queremos fazer sete.

– Eu posso ajudar?

– Pode, mas o castelo já está quase pronto.

– Não, não está não. Falta nesse castelo janelas, portas, jardins, rei, princesa, mordomo, cachorro da rainha, periquito da duquesa e o bobo da corte.

E João e Pedro escutam com pouca atenção aos detalhes que Maria inventa para um amontoado de areia molhada. É que nessa hora, construir castelos perdeu a graça. É melhor mudar de brincadeira, e ir jogar frescobol.
Maria chora baixinho, corre pro colo da mãe. É que sem saber, sem querer, constata pela primeira vez na sua vida que homens são simples demais. E coloca de novo sua bóia rosa choque e vai colher conchinhas, assobiando a musica da Bela e a Fera. É que sem querer ela constata pela primeira vez outra coisa também: às vezes é melhor brincar sozinha.

Queria colocar Maria no colo e contar que o amor deve ser mais ou menos isso. Um construir castelos de areia juntos. E que vez ou outra, nos obriga a desprender de detalhes superficiais para que simplesmente funcione. Porque para proteger que a água do mar não venha e o destrua, só é necessário a construção de uma muralha. Se pudesse, diria mais a pequena Maria: brincar sozinha não tem a menor graça.

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Quanto tempo! Estou cheia de posts sobre o meu primeiro livro “Mikaela – O desencontro” para colocar no ar para vocês. Nos próximos, vou contar como foi o processo de escrita e o lançamento. Afinal, bora colocar de novo esse blog na ativa porque agora o meu “filho” já nasceu, hehe!

Os leitores antigos, provavelmente lembram da história da Mikaela e do Felipe, que foi postada no Sem Clichê em pequenos capítulos. Pois bem, essa história VIROU LIVRO! E o mais legal: esse livro está a um clique – ou a uma livraria – de você! :)

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No Brasil, é possível encontrar Mikaela nas principais livrarias (Leitura, Cultura, Saraiva). Se você não achou na sua cidade, me envie um e-mail contando que a gente dá um jeito (marcella@semcliche.com.br).

Se você não encontrou na sua cidade e não aguenta esperar ou quer muito ler ou tem preguiça de ir ao shopping, esses são os sites de venda online:

Saraiva Online

Livraria Cultura

Livraria da Folha

Assim que acabar de ler, me conte tudo o que achou! Estou muuuuito curiosa. :)

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Um beijo meu e da Mika.

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Cinderela. Um clássico da Disney, mas dessa vez com personagens reais. A nova versão, que é bastante fiel à história original (algumas coisas eu não lembrava, tipo a mãe dela, mas eu não tenho uma boa memória, então não sei se ela aparecia no original), tem todos os ingredientes que a gente ama: príncipe, cavalo, fada madrinha, sapatinho de cristal, magia e, claro, um final feliz e de arrancar suspiros (e “own” do público).

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Bom, a história a gente já conhece, mas não custa lembrar: depois de perder tragicamente o seu pai, Ella (Cinderela) acaba ficando com a sua terrível madrasta e, de quebra, com as irmãs gêmeas. Mesmo obrigada a trabalhar como empregada na sua própria casa, Cinderela continua otimista com a vida e sempre lembrando do conselho de sua mãe: tenha coragem e seja gentil. Um dia, passeando pela floresta, ela se encanta por um belo cavalheiro, sem desconfiar que ele é nada mais nada menos que o príncipe do castelo. Assim como todos da cidade, Cinderela é convidada para o grande baile e acredita que pode encontrar o completo estranho da floresta por lá. Porém, após ter o seu vestido rasgado pela sua madrasta, seus planos não dão certo. Mas para todo problema, uma solução: fada madrinha! O resto? Tudo como manda o figurino!

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Como uma boa romântica, me encantei pelo filme. Sai suspirando com as minhas amigas e sonhando com um príncipe encantado. Aliás, amei a escolha do ator Richard Madden (Game of Thrones). Ele interpretou perfeitamente o papel. A atriz Lily James também mandou bem como Cinderela. E como nem tudo são flores, pequenas coisas me incomodaram: não achei as gêmeas tão engraçadas. Tiveram personagens que apareceram bem menos e deram um banho. Tipo o lagarto e uma moça tentando experimentar o sapato a qualquer custo. Achei o vestido que a Cinderela usou no baile lindo, mas esperava mais. Mas voltando a parte boa: queria uma fada madrinha daquelas, bem louquinha mesmo hahaha. A atriz Helena Bonham Carter arrasou! E os ratinhos? Meu Deus! Muito fofos! E achei o apelido Kit, do príncipe, bem bonitinho. E as cenas com os pais (tanto o da Cinderela quanto a do príncipe) me emocionaram muito.

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Fora isso, as lições do filme são lindas, principalmente o conselho da mãe dela. Gentileza e coragem são itens que não podem realmente faltar no nosso dia a dia. E como diz a fada madrinha, a gente tem que tentar olhar o mundo pelo que ele poderia ser e não pelo que ele é. Claro, ser realista, mas sonhar e acreditar em um pouco de magia não faz mal a ninguém. Enfim, quem está procurando aquela magia que os filmes da Disney proporcionam, a dica da semana é uma ótima pedida. 😉

Já assistiu? Conta o que achou! Ainda não? Vale a pena!

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