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Texto originalmente publicado na minha coluna quinzenal no Blog Chata de Galocha. Me acompanhe por lá também.

Nunca. Nunca desista de uma viagem por algo que você possa resolver depois. Por alguém que continuará ali depois. Vá.
Tire uma semana ou vinte dias. Mude de país por uns tempos, faça uma mala enorme e volte com o dobro – ou menos da metade.
More com desconhecidos ou aproveite da casa daquele seu primo de terceiro grau que mora em NY. Arrisque sem medo, mesmo que na primeira noite você não tenha onde dormir. Os anjos da guarda dos mochileiros nunca deixam na mão. E tem sempre um brasileiro gente boa para ajudar.
Se permita ir. Junte uma grana por um ano. Mesmo que isso te faça ficar seis meses alternando entre miojo e salsicha, Netflix e cinema na quarta. A melhor sensação do mundo é comprar as passagens com o dinheirinho guardado, suado, e fazer no Google o seu próprio roteiro. Não ignore as dicas de quem já conhece o lugar. Anote todas elas.
Chute o balde daquele emprego que te deixa chata e sem pique. Na volta, procure algo que te faça verdadeiramente feliz. Se você voltar.
Renove a alma. Fique mais de dois dias sem encostar no celular. Viagem boa é aquela que não sobra muito tempo para as redes sociais. Desapareça um pouco.
Sinta as borboletas e dores no estômago. Experimente a comida apimentada, o suco da fruta típica, o cachorro quente da esquina e a sobremesa que equivale a um dia inteiro de refeição. Viva totalmente o lugar. A dor de barriga quase sempre vale a aventura.
Conhecer brasileiros é bom para matar a saudade de casa, mas faça amizade com os nativos. Fuja do guia de turismo quando puder. Pegue o metrô sempre que tiver. Sem frescuras.
Nunca deixe a oportunidade de uma viagem passar. Viajar é sentir saudade e deixar que sintam a sua falta também. A única bagagem que você não paga nada se exceder é a cultural.

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Que notícia boa! Baseado no best-seller de Gillian Flynn, o longa estreia no dia 02 de outubro.

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O livro (e agora filme), desenterra os segredos de um casamento. No seu quinto aniversário, Nick Dunne (Ben Affleck) denuncia o desaparecimento da mulher Amy (Rosamund Pike). Sob pressão da polícia e interesse da imprensa sobre o caso, o casamento aparentemente perfeito de Nick começa a desmoronar. Suas mentiras, fingimentos e comportamento duvidoso começam a fazer todos começarem a se perguntar: será que Nick Dunne matou sua mulher?

Gente, eu estou MUITO curiosa para assistir esse filme. Espero que seja bom como o livro! :)

Se liguem no trailer:

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O que mais me fascina na aquarela é que ela é uma das técnicas mais antigas de pintura e, anda assim, uma das mais modernas e atuais.
Nascida há pelo menos dois mil anos, a aquarela ainda é considerada, em alguns lugares, um método infantil, sendo uma das primeiras a serem ensinadas nas escolas.

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A verdade é que essa técnica é fantástica em diversos aspectos. Quem se atreve a brincar com essa tinta a base de água percebe a dificuldade que se tem de criar efeitos mais complexos, como sombra e luz, perspectiva e realismo, além de causar algumas dores de cabeça quando o pincel vai carregado de água, que insiste em escorrer e fragilizar a tela (ou borrar a arte toda mesmo!).

Em contrapartida, quando paramos para contemplar uma obra em aquarela, podemos viajar no quão mágica a tela pode ser. A fluidez e a leveza das pinceladas e das cores brincam com qualquer imaginação.

Imagina então quando artistas dos rabiscos usam a pele como tela e resolvem brincar com aquarela! A tinta não é a mesma, mas o efeito é sempre incrível. A agulha faz de conta ser pincel e colore suave quanto qualquer cerda macia.

Um viva aos bons profissionais e uma pequena sessão de imagens para você se inspirar:

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(ATENÇÃO: eu, Marcella, pirei nessa da Janis Joplin, haha)

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No Brasil, um dos artistas das tattoos que mais tem se destacado na arte de aquarelas a pele é o tatuador Victor Octaviano, que mostra um pouco do seu processo de criação no vídeo abaixo:

É para fazer todo mundo ficar com vontade de se rabiscar! Ou não! ;)

foto-11Shantal Stoppa é ex-estudante de Letras, leitora voraz, escritora por paixão. Acredita na beleza do mundo e pinta arco-íris em dias nublados. Sonhadora de noite e de dia, sente saudades até do que nunca foi vivido. Com a memória puxada da avó, lembra de tudo que aconteceu com ela, com os outros e, se não aconteceu, inventa.

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Layout por Gabi Barbosa + código por Tiago Gamaliel