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Ontem eu assisti o polêmico documentário “Amy”, que traz a trajetória de vida da cantora Amy Winehouse (1983-2011). Ele já está disponível no Netflix, então não perdi tempo e assisti no primeiro dia, hehe.

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Não costumo me emocionar em documentários (em romances e olhe lá), mas esse me pegou de surpresa. O filme é cheio de imagens que nós já conhecemos – quem não acompanhou a Amy nos últimos anos nos noticiários, né? – e registros inéditos cedidos por amigas de infância da cantora. Inclusive, as amigas da Amy parecem umas fofas! O que chega a dar um aperto no coração, quando vemos o início despretensioso da carreira da Amy até o seu fim triste e tão doloroso.

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O que mais me chamou atenção foi o relacionamento dela com o pai, Mitch Winehouse, e com o marido Blake Fielder.

Ela buscava por uma constante aprovação do pai. Ao mesmo tempo, que queria a presença dele como pai e não como produtor ou empresário. Chega a dar um pouco de “raiva” do Mitch (estou falando por mim, viu?), na parte que (spoiler) Amy vai de férias para recuperar a sua saúde e o pai aparece na praia com uma equipe de filmagem. Blerg!

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Blake Fielder é visto no documentário como o cara da vida de Amy. O relacionamento é um misto de insegurança, um amor louco e muito uso de drogas por ambos. Eles se internaram em uma clínica de reabilitação juntos. O que fica nítido é que Blake foi a grande inspiração de Amy para o álbum que lhe deu sucesso internacional, “Back to Black”.
Depois de um pé na bunda, a cantora sentava para compor e em trinta minutos escrevia letras incríveis como “You Know I’m No Good”. Artista é artista, né?

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Me emocionei, sorri e conheci um outro lado da Amy. Eu desafio vocês a não chorar quando ela ganha o Grammy. ❤

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Ah! O filme está entre os indicados ao Oscar 2016 na categoria de melhor documentário em longa-metragem. E também bateu recorde de bilheteria no Reino Unido. Quem aí já assistiu?

escreva perfeito

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Demorou, mas finalmente aconteceu! Olha que notícia bacana! ❤

A Mattel anunciou a chegada de três novos formatos de corpo para a Barbie (vivaaa!). É a maior transformação na boneca em 57 anos desde a sua criação. Ela sempre foi assim, “perfeitinha”:

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De acordo com a revista “Time”, além do shape tradicional, vão ser vendidas as Barbies petite (pequena), tall (alta) e curvy (curvilínea). A boneca também ganha novas cores de pele e cabelo, contando com texturas como o crespo e o encaracolado. Confira:

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Pequena:

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Alta:

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Curvilínea:

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A Mattel está tentando se repaginar, né? Eu achei o máximo! Queria que na minha época fosse assim também. Curtiram?

escreva perfeito

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Vi este post no Noosfera e ao ler cada “Tristeza Obscura” senti um infinito de sensações. Sabe quando você pensa assim: “já passei por isso, mas nunca consegui explicar para ninguém?”. É mais ou menos assim.

O Dicionário das Tristezas Obscuras foi criado pelo artista John Koenig. É uma coleção de palavras inventadas, que servem para identificar emoções que as pessoas sentem mas não conseguem explicar.

A lista completa (com vídeos explicativos) está disponível no site do projeto de Koenig.

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1. Adronitis
Frustrar-se com a quantidade de tempo necessário para se conhecer bem alguém.

2. Aimonimia
O medo de que aprender o nome de algo – um pássaro, uma constelação, uma pessoa bonita – vai estragar tudo. Transformando uma descoberta do acaso, em uma casca conceitual vazia.

3. Ambedo
Um tipo de transe melancólico no qual você se torna completamente absorto por pequenos detalhes sensoriais – pingos de chuva escorrendo pela janela, árvores altas se dobrando lentamente com o vento, espirais de creme se formando no café – o que, por fim, leva a uma avassaladora constatação da fragilidade da vida.

4. Anchorage
O desejo de segurar o tempo enquanto ele passa, como tentar se segurar em uma pedra no meio de um rio com muita correnteza.

5. Anecdoche
Uma conversa em que todo mundo está falando mas ninguém está ouvindo.

6. Anemoia
Nostalgia de um tempo no qual você nunca viveu.

7. Anthrodynia
Um estado de exaustão ao perceber o quão horríveis as pessoas podem ser umas com as outras.

8. Chrysalism
A tranquilidade confortável de se estar dentro de casa durante uma tempestade.

9. Ecstatic Shock
A onda de energia que surge ao olhar de relance para alguém que você gosta.

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10. Ellipsism
Uma tristeza por não ser capaz de saber como a história vai terminar.

11. Énouement
A sensação agridoce de ter chegado no futuro, visto como tudo aconteceu, mas não ser capaz de contar para o seu ‘eu’ do passado.

12. Exulansis
A tendência de desistir de tentar falar sobre uma determinada experiência porque as pessoas são incapazes de se relacionar com ela.

13. Gnossienne
O momento em que você percebe que alguém que você conhece há anos tem uma vida interna, privada e misteriosa.

14. Jouska
Uma conversa hipotética que você repete compulsivamente na sua cabeça.

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15. Kairosclerosis
O momento em que você percebe que está feliz – e tenta conscientemente aproveitar essa sensação – o que obriga seu intelecto a identificar e colocar a sensação em um contexto, onde a felicidade lentamente se dissolve até se tornar pouco mais do que um retrogosto.

16. Kenopsia
A atmosfera misteriosa e desamparada de um lugar que normalmente está cheio de gente, mas que agora está abandonado e quieto.

17. Lachesism
O desejo de ser atingido por um desastre – sobreviver a uma queda de avião, ou perder tudo em um incêndio.

18. Lalalalia
Dar-se conta, enquanto fala sozinho, que outra pessoa pode estar escutando, o que o leva a rapidamente transformar as palavras em algum cantarolar sem sentido.

19. Lapyear
A idade em que você se torna mais velha do que seus pais eram quando você nasceu.

20. Lethobenthos
O hábito de esquecer o quão importante uma pessoa é para você, até o momento em que você a encontra pessoalmente.

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21. Liberosis
O desejo de se importar menos com as coisas.

22. Mimeomia
Frustração ao perceber o quão facilmente você se encaixa em um estereótipo.

23. Monachopsis
O sentimento sutil mas persistente de estar fora de lugar.

24. Moriturism
Perceber, como um solavanco durante um momento de insônia, que você vai morrer.

25. Nementia
O esforço que vem logo após um momento de distração, para lembrar porque é mesmo que você está se sentindo irritada, ou ansiosa, ou animada.

26. Nodus Tollens
Dar-se conta de que o roteiro da sua vida já não faz o menor sentido.

27. Occhiolism
Dar-se conta da pequenez da sua perspectiva. Com a qual você não tem como chegar a qualquer conclusão significativa sobre o mundo, o passado, ou as complexidades da cultura.

28. Onism
A frustração de estar preso em apenas um corpo que habita apenas um lugar por vez.

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29. Opia
A intensidade ambígua de olhar alguém nos olhos, e sentir-se simultaneamente invasivo e vulnerável.

30. Reverse Shibboleth
A prática de atender o telefone com um “alô?” genérico, como se você já não soubesse quem está ligando.

31. Rückkehrunruhe
O sentimento de voltar para casa depois de uma viagem imersiva, e perceber que toda a experiência já está desaparecendo rapidamente da sua consciência.

32. Sonder
Dar-se conta de que cada pessoa tem uma vida tão vívida e complexa quanto a sua – populada por ambições, amigos, rotinas, preocupações e loucura.

33. Scabulous
Sentir orgulho de uma cicatriz. Como um autógrafo dado a você pelo mundo.

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34. The Bends
A frustração ao perceber que você não está aproveitando uma experiência tanto quanto deveria.

35. Trumspringa
A tentação de sair da sua meta de carreira e se tornar pastor de ovelhas nas montanhas.

36. Vemödalen
Frustração ao fotografar algo incrível quando milhares de outras fotos idênticas já existem.

37. Vemödalen
Medo de que tudo já tenha sido feito.

38. Waldosia
Olhar para todos os rostos em uma multidão, procurando uma pessoa específica que não teria motivo algum para estar aí.

Fotos do post: berlin-artparasites

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