Assédio sexual no trabalho, você não ruas!

Entende-Se por assédio sexual aqueles comportamentos verbais ou físicas de natureza erótica não desejados, os quais podem apresentar-se na rua, escola, trabalho e, até mesmo, na própria casa, tendo cada caso implicações que afetam a saúde da vítima.


Assédio sexual no trabalho


Não é novo que o ambiente de trabalho se apresentem comportamentos hostis, intimidatorias ou humilhantes por parte de pessoas que ocupam oficiais superiores para seus subordinados, criando um ambiente de medo, que quase sempre resultam de maus resultados.


No entanto, por se tratar de assédio sexual a atmosfera que se cria tem um tom diferente, uma vez que, sem levantar a voz um superior pode chantagear a vítima ao oferecer promoções ou aumento de salário em troca de ceder a suas proposições.


Que são especialmente branco este tipo de insinuações são mulheres separadas, as recém-chegadas ao mercado de trabalho, os que vivem situação precária, assim como com deficiência e os pertencentes a minorias raciais.


As mulheres não são as únicas vítimas do assédio sexual no trabalho, também os homens, sendo os homossexuais, principalmente os afetados, seguidos de homens jovens.


A violência não é a única forma de assédio, principalmente no aspecto sexual, pois as denúncias definem o perfil do assediador, como o de um homem não é necessariamente maior, muito calculista e que em público se esforça por aparentar ser uma pessoa educada, correta e até mesmo cuidado, que precisa demonstrar seu poder sobre outra pessoa, com o subliminar mensagem “a sua vida profissional e pessoal dependem de mim”.


Não apenas os “chefes”


O assédio sexual no trabalho não se prende à relação patrão-empregado. Amplia o leque para os colegas do mesmo nível, que utilizam outro tipo de recursos que são igualmente irritantes a quem são dirigidos, como piadas, insinuações, olhares que pretendem “despir”, comentários grosseiros, gestos, assim como carícias ou acariciar, insinuações e proposições, sempre dentro do âmbito sexual.


O que muitas vezes impede a vítima para denunciar é o complicado que é geralmente demonstrar que houve assédio e, sobretudo, sem o consentimento ou provocação por parte da vítima; ros desnecessários, frases de duplo sentido e piadas rudes são difíceis de provar legalmente.


Acontece, então, que o comportamento por parte dos superiores, e até mesmo dos próprios companheiros, chega-se a aceitar como normal para as vítimas ou, pior ainda, o assumem como algo que devem suportar por “ser mulher”.


No entanto, o impacto do assédio sexual em saúde pode produzir ansiedade, depressão, irritabilidade, fadiga e baixa auto-estima, além de que as perspectivas profissionais vêm para baixo; é compreensível a baixa produtividade e a manifestação de “supostas” doenças que escondem o medo de ir ao trabalho.


Não se deixe intimidar!


Diante de uma situação de vexame no trabalho, você não deve autoculparte nem, muito menos, deixar o emprego em vez de dedurar, pois isso pode trazer consequências que piore a situação, incluindo a perda de todos os direitos como trabalhadora; busca conciliar interesses com o agressor -usando os meios que foram levantadas-, mas não deixe de cumprir com suas obrigações trabalhistas.


Denúncia da situação à direção da empresa. Para isso, é muito importante pesquisar as testemunhas da situação que possam contribuir com o seu testemunho. Ainda conta com a possibilidade de denunciar o assédio sexual perante o Ministério Público, procedimento que se fará sentir-se seguro para enfrentar a situação, e que será uma maneira de parar o objetivo do agressor.


O assédio sexual é um ataque à dignidade do indivíduo e um obstáculo para o seu desenvolvimento profissional, não o permitas! e apóia a quem é vítima dele.

Assédio sexual no trabalho, você não ruas!
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